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Ensino

Psicóloga alerta sobre as consequências do cyberbullying

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Divulgação URI
Por URI – Campus de Erechim

Os avanços tecnológicos certamente têm contribuído com o desenvolvimento. Na área de comunicação se pode comprovar a evolução e a criatividade do ser humano. No entanto, essas ditas ferramentas têm causado grandes problemas, gerando consequências muitas vezes devastadoras na família, na escola e na sociedade como um todo.

Essa realidade foi mostrada e analisada pela psicóloga Caroline Mallmann, de Porto Alegre, especialista nessa área, durante encontro na noite de terça-feira, 14, no Salão de Atos da URI. A iniciativa, promovida pelo Curso de Psicologia, reuniu acadêmicos e professores dos cursos de Psicologia, Pedagogia e Letras, além de professores da Escola da Universidade.

O cyberbullying, segundo a palestrante, é um comportamento agressivo, repetitivo, realizado por uma pessoa ou por um grupo, contra uma vítima que encontra dificuldade em se defender, sempre ao longo de um determinado período de tempo. “São aquelas agressões que se repetiam na escola e que agora se expandiram para as redes sociais. As consequências são muito graves, como depressão, ansiedade, e até tentativas de suicídio”, alertou. 

Para prevenir essa realidade é preciso, em primeiro lugar, disse ela, conhecer, saber o que é isso e desenvolver estratégias preventivas, como, por exemplo, cuidar exposições que se fazem nos meios eletrônicos, especialmente com senhas. No entanto, chamou atenção, “os próprios usuários precisam ter cuidados sobre o que expõem nas redes sociais para não dar margem para que isso seja explorado de forma indevida. Quanto mais tempo passamos no computador, mais podemos ficar vulneráveis a esse tipo de agressão. Lidar com isso com estratégias mais seguras é o mais correto”.

As escolas, por sua vez, segundo a psicóloga, necessitam de muito mais discussão a respeito dessa temática. “As escolas praticamente não têm falado sobre isso e se inteirado mais a respeito dessa problemática, pois muitas instituições não ficam sabendo ou não abordam com mais seriedade essa questão. A escola tem como tomar medidas protetivas e intervir diretamente quando o problema surgir, ou seja, abordar a questão diretamente com os alunos, esclarecer tudo a respeito disso e suas consequências e, se for preciso, incluir nos próprios currículos em sala de aula”, concluiu.

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