Na noite da terça-feira, 28, aconteceu a primeira reunião oficial de trabalho dos Progressistas e União Brasil em Erechim. Recentemente os dois partidos formaram a nível nacional a Federação União Progressista (aliança partidária, diferente de uma fusão, mas que tem que ficar juntos por quatro anos, até 2028).
Fortalecimento
Essa união, fortaleceu as siglas, já que se transformou na maior bancada da Câmara dos Deputados e também no Senado, aliando a um grande número de governadores, prefeitos e deputados estaduais.
A reunião foi comandada pelos presidentes dos dois partidos em Erechim, João Aleixo Bruschi (Progressistas) e Jackson Arpini (União Brasil), e os dois vice-presidentes, Arcildo Festugatto (UB) e Micael Kasmirski (PP). E teve a participação dos históricos partidários, mesclando com a renovação.
Filiações simbólicas
Durante o encontro foram realizadas filiações simbólicas dos dois partidos, com Altemir Barp, no União Brasil e Josiani May, no Progressistas.
Pronunciamentos
Os pronunciamentos foram na direção da união, respeito, comprometimento, sintonia, convergência de ideias e entregas para a comunidade. Em Erechim, os dois partidos fazem parte do governo Polis e Flávio e juntos tem três secretarias municipais: Assistência Social com Micael Kasmirski (PP); Saúde com Vianei Mueller (UB); Planejamento, Mobilidade Urbana e Segurança Pública com Jackson Arpini (UB). E tem ainda quatro vereadores: Claudemir de Araújo e Gustavo Zin Farina pelos Progressistas e Ricardo Argenta e Lindomar Kossmann pelo União Brasil.
Estrutura robusta para 2028
Politicamente, essas duas siglas juntas em Erechim, terão forte poder de barganha nas eleições municipais de 2028, na sucessão de Polis, quando os partidos da base colocarem os nomes da mesa. E caso não estiverem com o governo, podem liderar um processo com outras siglas.