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Opinião

As proibições de Moisés (Parte II)

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Uniao Espirita
Por União Municipal Espírita Erechim-RS
Foto União Municipal Espírita Erechim-RS

Moisés - Lei Mosaica

O politeísmo herdado dos egípcios, ainda enraizado em alguns grupos, a exploração pelo mau uso das capacidades mediúnicas e o charlatanismo, eram práticas comuns que desvirtuavam a missão a que ele havia se comprometido perante os emissários do Alto.

Era uma mancha que devia ser extirpada do seio do povo judeu.

Durante o êxodo, não havia, muitas vezes, como desenvolver certas atividades econômicas que rendessem meios de subsistência para seus membros e a forma mais simples de obter esses meios era a enganação, o furto, o charlatanismo.

Era necessário adotar Leis que pudessem reger as relações entre os indivíduos; as formas de manifestação da religiosidade; consolidar a crença em um Deus único e registrar os aspectos históricos desse grande evento que foi o êxodo do povo hebreu em busca da terra prometida.

Amparado por sua autoridade moral e religiosa, Moisés então, instituiu a chamada Lei Mosaica que, embora em alguns aspectos chegasse mesmo a contrariar o próprio Decálogo, serviu para disciplinar a conduta de seus comandados.

Essa Lei foi compilada em cinco livros, conhecidos como o Pentateuco: Gênesis, Êxodos, Levítico, Números e Deuteronômio.

 

Proibições de Moisés no Livro de Deuteronômio

Em Deuteronômio, 18: 10-12, vemos a seguinte passagem, no que se refere à proibição das comunicações com o Mundo Invisível:

“Entre ti não se achará quem faça passar pelo fogo a seu filho ou a sua filha, nem adivinhador, nem prognosticador, nem agoureiro, nem feiticeiro; Nem encantador, nem quem consulte a um espírito adivinhador, nem mágico, nem quem consulte os mortos. Pois todo aquele que faz tal coisa é abominação ao Senhor; e por estas abominações o Senhor teu Deus os lança fora de diante de ti.” (Grifo nosso)

A proibição tinha sua razão de ser.

Era prática comum, face ao desespero, homens e mulheres ficarem horas frente às tumbas de seus familiares, na tentativa de invocando-os, obterem favores.

Nem sempre havia médiuns acompanhando e, quando havia comunicação, não se podia confiar na veracidade das informações e nem tampouco, na identidade dos Espíritos.

Muitos, ainda, eram acometidos de doenças, por ficarem expostos às intempéries e à noite, sob as temperaturas negativas do deserto.

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