Em tempos de comemoração, as pessoas se reportam a presentes, festanças e comilanças, menos presença.
O consumo desenfreado é o centro da questão, mas o ser humano necessitado não!
Não é lembrado, não é presenteado, não é sequer cogitado para nada!
Cada um por si e principalmente para si.
Caminhando nessa linha, lembrei-me de uma roda de conversa, quando surgiu uma colocação: “É impossível amar a Deus sem se compadecer do irmão”.
Se não tiver ajuda emocional e material também, tem sentido a oração (orar mais ação).
Sempre é tempo para lembrar: doentes, acamados, presidiários, desvalidos e sem recursos materiais.
Reflexão e ação não só em datas festivas.
Em todos os tempos, a palavra de ordem poderá ser compaixão!
Reflexão, ação, doação!
Paz e bençãos!