O hábito saudável, a meu ver, da leitura diária do jornal presencial-físico, tem uma herança familiar do meu querido pai, Friedholdo Fahl. Ele, gráfico da antiga Gráfica Estrela, em Concórdia, e leitor assíduo de jornal, cultivou esse costume que levo comigo até hoje. Talvez pelo prazer de manuseá-lo a qualquer momento e lugar, ou principalmente por aproximar as notícias locais e regionais de quem convive conosco diariamente.
Vivemos numa era em que a informação é instantânea, como bem cita o colega médico-escritor Fernando Neubarth, na Moinhos Medical Review: “De 1439 aos nossos dias, de Gutenberg a Zuckerberg, vivemos uma revolução.” Mas, com ela, vieram também os riscos da desinformação, as famigeradas “fake news”.
Sigo fiel ao impresso, acompanhado do meu chimarrão matinal e do inconfundível “cheiro de tinta”. Que o Jornal Bom Dia siga cumprindo seu papel essencial. Vida longa ao jornalismo local e ao Jornal Bom Dia!