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Rural

Cooperalfa forma nova turma do curso Qualidade Total Rural

Capacitação do Programa Encadeamento Produtivo certifica 19 produtores rurais

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Capacitação certificou 19 produtores rurais.jpeg
Por Vivian Mattos
Foto Vivian Mattos

O curso Qualidade Total Rural, do programa Encadeamento Produtivo, oferecido pela Cooperalfa em parceria com o Sebrae, Aurora Coop e Sicredi, formou ontem (18) mais uma turma com 19 produtores rurais. Os participantes concluíram o ciclo com práticas voltadas à gestão, produtividade e geração de renda no campo. 


O momento contou com a presença do integrante do Programa Encadeamento Produtivo pela Cooperalfa, Vilmar José Dal Bosco; do supervisor de Suinocultura no Estado do Rio Grande do Sul da Cooperalfa, Fabricio Haubert; da gestora do projeto pelo Sebrae no Rio Grande do Sul, Cheila Lorenzon; da analista de Desenvolvimento Rural Cooperativo da Aurora Coop, Diana Graminho; do consultor do Sebrae, Ivan Madalozzo; do gerente da Unidade da Cooperalfa de Quatro Irmãos, Cícero Bonatto; representantes do Sicredi e produtores rurais.


Segundo Vilmar José Dal Bosco, a capacitação aprimora a gestão, o planejamento e a eficiência das propriedades rurais. “O produtor vem buscar ferramentas para qualificar a gestão e pensar o planejamento da propriedade rural, com foco em tornar a atividade viável, competitiva e organizada, produzindo dentro de um processo de qualidade.”


De acordo com Fabrício Haubert, a adoção de práticas de gestão contribui para a evolução dos indicadores produtivos e apoia decisões estratégicas. “Com uma boa gestão, o produtor evolui indicadores e toma decisões mais assertivas, como ampliar uma atividade ou reduzir outra para priorizar aquela que apresenta maior retorno”, destaca.


Segundo Cheila Lorenzon, o curso integra a trilha do Encadeamento Produtivo, com capacitação coletiva, atendimentos individuais e planejamento estratégico. “Cada propriedade passa a refletir sobre como pretende estar daqui a dois, cinco e dez anos”, disse.


Para Diana Graminho, a adoção dessas práticas reflete em padronização da produção entregue à indústria. “Com esse entendimento, o produtor consegue entregar suínos, aves e leite dentro do padrão exigido pelo frigorífico, o que reduz descartes e contribui para a rentabilidade”, disse.

 

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