Nos dias atuais, percebe-se “tempos de silêncio”, onde a sociedade parece não entender a importância de dialogar.
Esse “não entender” talvez possa significar um certo tipo de surdez, onde só escutamos a voz do próprio interesse. Isso pode “quebrar “a corrente do diálogo.
Pensando e dialogando com as minhas próprias ideias, vejo que talvez fosse melhor e mais viável, se aprendêssemos a dialogar com a escuta.
Assim, a compreensão iria percorrer caminhos, que levariam ao entendimento, até mesmo das coisas não ditas.
Dialogar é também saber escutar, e essa escuta precisa de “sensibilidade”, pois é a sensibilidade que despertará nossos melhores sentimentos.
Estarmos alinhados na intenção do diálogo. É entender, que todos fazemos parte do mesmo contexto.
Então, palmas ao diálogo e a todas as pessoas de boa vontade!!!
Paz, bem e muito diálogo.
- Mestre em Educação Geral pelo IPLAC (Instituto Pedagógico Latino Americano Caribeno)