O que será que podemos chamar de atualidade? Em tempos em que a todo momento surgem novidades.
Nesses tempos rápidos, apressados e enfadonhos, em que o agora já é passado, o que seria a atualidade?
Talvez falas mudas, escutas surdas, risos disfarçados.
E a existência cinzenta, vazia, quase desistente.
Existência em que o grito do necessitado ecoa entre muros e paredes, e poucos ouvem.
Ainda bem que, nos caminhos da atualidade, transitam os “teimosos perseverantes”, que vão deixando pegadas de esperança.
Paz e bem!