Pensando na existência, reportei-me aos jogos.
Jogos, independentemente de quais sejam, sempre exigem que entendamos de estratégias (e também das do adversário).
Na vida, todos os dias cobertos de paradoxos, necessitamos de observação e atenção aos movimentos que nos cercam.
Muitas vezes não é necessário fazer o melhor movimento, talvez seja suficiente perceber qual movimento irá perturbar o adversário.
Contudo, acredito que, para vencer, talvez seja viável compreender a previsibilidade (a nossa e, principalmente, a do oponente).
Assim, será possível embaralhar, sair de mão e dar as cartas nessa abençoada caminhada da existência.
Viva bem, a existência do bem.